quinta-feira, 28 de abril de 2011

Woodstock 1969

O Woodstock Music & Art Fair (conhecido informalmente como Woodstock ou Festival de Woodstock) foi um festival de música anunciado como "Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz & Música", realizado entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969 na fazenda de 600 acres de Max Yasgur na cidade rural de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos. Originalmente, o festival deveria ocorrer na pequena cidade de Woodstock, também estado de Nova Iorque, onde moravam músicos como Bob Dylan, mas a população não aceitou, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância.[1]

O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 1960 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como um dos maiores momentos na história da música popular.





História
Fazenda de Max Yasgur, onde aconteceu o Festival de Woodstock.O Festival de Woodstock surgiu dos esforços de Michael Lang, John P. Roberts, Joel Rosenman e Artie Kornfeld. Roberts e Rosenman, que entrariam com as finanças, colocaram um anúncio sob o nome de Challenge International, Ltd., no New York Times e no Wall Street Journal ("Jovens com capital ilimitado buscam oportunidades de investimento legítimas e interessantes e propostas de negócios").[2] Lang e Kornfeld responderam o anúncio, e os quatro reuniram-se inicialmente para discutir a criação de um estúdio de gravação em Woodstock, mas a idéia evoluiu para um festival de música e artes ao ar livre.[2]

Mesmo considerado um investimento arriscado, o projeto foi montado tendo em vista retorno financeiro. Os ingressos passaram a ser vendidos em lojas de disco e na área metropolitana de Nova York, ou via correio através de uma caixa postal. Custavam 18 dólares (aproximadamente 75 dólares em valores atuais), ou 24 dólares se adquiridos no dia.[3] Aproximadamente 186,000 ingressos foram vendidos antecipadamente, e os organizadores estimaram um público de aproximadamente 200,000 pessoas.[4] Não foi isso que aconteceu, no entanto. Mais de 500,000 pessoas compareceram, derrubando cercas e tornando o festival um evento gratuito.


O primeiro dia do festival.Este influxo repentino provocou congestionamentos imensos, bloqueando a Via Expressa do Estado de Nova York e eventualmente transformando Bethel em "área de calamidade pública". As instalações do festival não foram equipadas para providenciar saneamento ou primeiros-socorros para tal multidão, e centenas de pessoas se viram tendo que lutar contra mau tempo, racionamento de comida e condições mínimas de higiene.[5]

Embora o festival tenha sido reconhecidamente pacífico, dado o número de pessoas e as condições envolvidas, houve duas fatalidades registradas: a primeira resultado de uma provável overdose de heroína, e a outra após um atropelamento de trator. Houve também dois partos registrados (um dentro de um carro preso no congestionamento e outro em um helicóptero), e quatro abortos.[6]


A multidão reunida.Ainda assim, em sintonia com as esperanças idealísticas dos anos 60, Woodstock satisfez a maioria das pessoas que compareceram. Mesmo contando com uma qualidade musical excepcional, o destaque do festival foi mesmo o retrato comportamental exibido pela harmonia social e a atitude de seu imenso público
Ficheiro:Woodstock redmond stage.JPG
Apresentações.
Trinta e duas apresentações foram realizadas ao longo dos quatro dias do evento:

[editar] Sexta-feira, 15 de agosto
Richie Havens.Richie Havens
Swami Satchidananda - deu a invocação para o festival
Sweetwater
The Incredible String Band
Bert Sommer
Tim Hardin
Ravi Shankar
Melanie
Arlo Guthrie
Joan Baez
[editar] Sábado, 16 de agosto
Placa comemorativa existente no local original do festival, na área do antigo palco.Quill, quarenta minutos para quatro músicas
Keef Hartley Band
Country Joe McDonald
John Sebastian
Santana
Canned Heat
Mountain
Grateful Dead
Creedence Clearwater Revival
Janis Joplin com a The Kozmic Blues Band[8]
Sly & the Family Stone
The Who começou às 4 da manhã, dando início a um conjunto de 25 músicas, incluindo Tommy
Jefferson Airplane
[editar] Domingo, 17 de agosto para Segunda, 18 de agostoThe Grease Band
Joe Cocker
Country Joe and the Fish
Ten Years After
The Band
Blood, Sweat & Tears
Johnny Winter e seu irmão, Edgar Winter
Crosby, Stills, Nash & Young
Paul Butterfield Blues Band
Sha-Na-Na
Jimi Hendrix
Convites recusados.
The Beatles: O site woodstockstories.com apresenta duas alternativas para a recusa dos Beatles.
A primeira é que os organizadores teriam contactado John Lennon, e ele disse que a banda só tocaria se a Plastic Ono Band de Yoko Ono também pudesse se apresentar.
O site afirma que a explicação mais plausível é que Lennon queria tocar, mas sua entrada nos Estados Unidos a partir do Canadá foi bloqueada pelo presidente Nixon.[9] De qualquer modo, os Beatles estavam prestes a se separar, e inclusive não tocavam ao vivo fazia três anos, desde de agosto de 1966.
The Doors: considerado como uma alternativa, cancelou sua aparição no último momento; de acordo com o guitarrista Robbie Krieger, eles recusaram pois pensaram que aquela seria mais uma "imitação de segunda categoria do Monterey Pop Festival", mais tarde se arrependendo da decisão.
Outro fator foi que o vocalista Jim Morrison estaria inseguro quanto a se apresentar fronte a grandes platéias. O baterista John Densmore no entanto compareceu ao festival, e no filme pode ser visto no palco durante a apresentação de Joe Cocker.
Led Zeppelin: também foi convidado, de acordo com seu empresário Peter Grant: "Fomos chamados pra tocar em Woodstock e a Atlantic gostou da idéia, assim como nosso promoter nos EUA, Frank Barsalana, mas eu disse não pois em Woodstock seríamos apenas mais uma banda". Ao invés disso o grupo embarcou em uma bem-sucedida turnê de verão, tocando naquele mesmo final de semana no Asbury Park Convention Hall em New Jersey.[11]
Jethro Tull: recusou o convite, de acordo com Ian Anderson, pois seu empresário lhe disse que haveria montes de drogas, lama e hippies. Embora a banda não tenha se apresentado no festival, sua música foi tocada pelo sistema sonoro de utilidade pública. No filme, durante entrevistas com os organizadores (quando eles discutem quanto dinheiro estão perdendo com o evento), as canções "Beggar's Farm" e "Serenade to a Cuckoo", do álbum This Was, podem ser ouvidas ao fundo.
The Byrds: foram convidados, mas escolheram não participar pensando que Woodstock não teria nada de diferente dos outros festivais musicais que estavam acontecendo naquele verão. Também estavam preocupados com o cachê, de acordo com declarações do baixista John York: "Estávamos indo pra um show e Roger McGuinn chegou e disse que um cara estava organizando um festival no norte de Nova York, mas que naquele ponto já não estavam mais pagando as bandas. Ele perguntou se queríamos ir, e todos responderam, 'Não, queremos descansar'. Não fazíamos idéia de como aquilo seria. Estávamos esgotados, e também cansados daquela coisa de festivais. Então recusamos, e perdemos o melhor festival de todos".[12]
Bob Dylan: estava negociando para tocar, mas desistiu depois que seu filho ficou doente. Ele também estava insatisfeito com o número de hippies acampando perto de sua casa, no local onde o festival ocorreria originalmente.[13]
Joni Mitchell: estava agendada para tocar, mas cancelou pois seu empresário temia que ela perdesse uma participação no programa de TV The Dick Cavett Show.[14]
The Moody Blues: apareceram no primeiro pôster de divulgação do evento, mas desistiram de participar após agendarem um show em Paris naquele mesmo final de semana.[15]
Outras edições Para comemorar os 25 anos do superevento,
250 mil pessoas se reuniram no Woodstock '94, em Saugerties, a 135 km de Nova York. Pagaram 135 dólares para ouvir 40 bandas, entre eles o Nine Inch Nails, Aerosmith, Metallica, Green Day, Red Hot Chili Peppers e músicos como Peter Gabriel, Carlos Santana e Joe Cocker.Outra edição ocorreu em 1999, destruindo a reputação do "Festival da Paz e do Amor" devido à violência e tumultos supostamente incentivados por bandas como Limp Bizkit, Insane Clown Posse e Kid Rock
                                                                       Jimi Hendrix Historic Moment Woodstock 69
                                                              Jimi Hendrix Voodoo Child by tribut AXiS - Live at Woodstock


                     Soul Sacrifice (Woodstock 1969) Incredible drum solo by 20 yr old boy! Michael Shrieve


                                                     Evil Ways - Santana [Live at Woodstock 1969]

                                                       Janis Joplin - woodstock'69

                                                          Janis Joplin- Try (Live at Woodstock, 1969)

                                                    Janis Joplin- Woodstock, 1969)

                               The Who -- See Me, Feel Me -- Live at Woodstock 1969



The Who. My Generation. The Woodstock Diary 1969 (live)


Woodstock '69 :: Country Joe McDonald's "F-U-C-K Cheer" / "I Feel Like I'm Fixing To Die"


Canned Heat live at Woodstock 1969.


Bert Sommer - "Jennifer", Woodstock 1969

Country Joe - Rock And Soul Music - Woodstock 1969

Ten Years After live at Woodstock 1969.

Woodstock:  fim.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Max Cavalera vs. SEPULTURA

                
Em 1996 parecia que o Sepultura iria durar para sempre. A banda mineira havia conseguido se tornar a banda nacional mais conhecida no mercado mundial. Seus shows atraiam milhares de pessoas, seus discos chegavam a marca de 1 milhão de cópias vendidas e a crítica e toda a imprensa brasileira haviam se rendido aos cabeludos que estavam marcando história. E ainda assim, em 16 de dezembro de 1996 a banda faria sua última apresentação com a formação original e em 29 de janeiro de 1997 Max abandonaria a banda de vez. Como em muitas bandas após um longo período, o relacionamento interno na banda já vinha desgastado havia algum tempo. À medida que a banda crescia e se consolidava cada vez mais como um dos gigantes da música pesada mundial, nos bastidores o relacionamento do vocalista e guitarrista Max Cavalera com o resto do grupo se tornava mais distante e complicado. Na época, o casamento de Max Cavalera com Gloria, a empresária da banda, contribuiu, de certa forma, para o desgaste das relações internas. Em determinado momento havia a sensação de que a imagem de Max era mais divulgada do que a da própria banda. Já em 1994 Igor Cavalera não queria renovar o contrato com Gloria. Porém, Andreas Kisser o convenceu a renová-lo por mais dois anos. Enquanto Max saía antes com a mulher e seu filho mais novo Zyon, o restante da banda saía em seguida, bem mais simpáticos e determinados a falar com seus fãs. Com o sucesso de Roots, lançado em 1996, a situação se tornou insuportável. Max estava cada vez mais afastado do restante do grupo, cada vez mais isolado. Além disso, vários acontecimentos que se sucederam ao longo do ano prejudicaram de forma substancial o relacionamento do grupo com a empresária Gloria. Igor Cavalera, Andreas Kisser e Paulo Jr então, tomaram uma decisão: não iriam renovar o contrato de Gloria. Ao fim de um show em Buenos Aires, no dia 15 de novembro de 1996, o trio informou a Max e Gloria que não pretendia renovar o contrato. Deixou claro, entretanto, que Max poderia continuar a trabalhar com sua mulher e que eles contratariam outra pessoa. 16 de dezembro de 1996 era o último dia de contrato de Gloria com o Sepultura. Para que o contrato não se renovasse automaticamente, a banda teria que entregar um comunicado oficial, por escrito, à empresária. Um advogado preparou uma carta a ser entregue a Gloria ao fim do show em Londres. Ao final da apresentação, Igor, Andreas e Paulo se reuniram com Gloria (Max se recusou a participar da reunião) e entregaram a carta, informando-a de que não pretendiam renovar o seu contrato. Depois desta ocasião, apenas em 29 de janeiro de 1997 Max anunciou oficialmente a sua saída do Sepultura. Portanto, aquele show em Londres não foi apenas o último da turnê do Roots em 1996, como foi o último de Max Cavalera no Sepultura.
Mesmo com o restante da banda continuando com a entrada do novo vocalista Derick Green e Max Cavalera montando sua própria banda, Soulfly, a carreira de ambos jamais voltaria a ter o mesmo prestígio de antes.
                                      



       Sepultura - Vamo Detonar 1996 - Parte 01
                                                                 Sepultura - Vamo Detonar 1996 - Parte 02
                                                                  Sepultura - Vamo Detonar 1996 - Parte 03
                                                                    Sepultura - Na Estrada Roots Tour Europa 1996 - Parte 01
                                                                   
                                                                    Sepultura - Na Estrada Roots Tour Europa 1996 - Parte 02
 

                                                               Sepultura - Na Estrada Roots Tour Europa 1996 - Parte 03
                                                               Sepultura - Arquivo 1996

                                                            Sepultura - Arquivo 1996

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Glory Opera metal manaus

          

Glory Opera é uma banda de power metal do Brasil.

O Glory Opera foi formado em 1997, em Manaus, mas despontou no cenário nacional em outubro de 2000, quando o baterista Helmut Quacken e o vocalista Humberto Sobrinho foram convidados pelo Rafael Bittencourt, guitarrista do Angra, para fazer testes para a banda.

O Glory Opera lançou seu primeiro álbum em 2002, Rising Moangá. Ele narra a saga de um índio guerreiro que se apaixona por Iara.

Em 2003 e 2004 a banda participou do BMU e em 2002 foi eleita revelação pela revista Rock Brigade. O segundo álbum se chama Equilibrium e foi lançado no início de 2007.
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No Myspace da banda podem ser ouvidas três músicas do primeiro álbum, duas do segundo álbum e um cover:http://www.myspace.com/gloryoperaofficial

Formação no álbum Equilibrium:
Humberto Sobrinho – Vocal
Casé Mar – Guitarra
Jean Rothen – Guitarra
Emerson Dácio – Baixo
Helmut Quacken – Bateria

Formação para 2011:
Humberto Sobrinho – Vocal
Renato Sotto – Guitarra
Fernando Giovannetti – Baixo
Thiago Forlevize – Teclados
Helmut Quacken – Bateria
                                           Foto da formação atual

Capa do álbum "Equilibrium"
Faixas:
1 – Tucandeira
2 – Ants of Fire
3 – The Darkest Fear
4 – First Hunting
5 – Tempest of Fury
6 – Drowing into Madness
7 – Spirits of Sorrow
8 – A Leaf of the Wind
9 – Manhunt
10 – Sunset in Glory
11 – Sunrise in Disgrace
Lançamento: 2007
Gravadora: Independente
GLORY OPERA - HOUSE OF FLUTES



Glory Opera | Ants of Fire
GLORY OPERA - Rising Moanga (2002) - 04 - Half Of Darkness
GLORY OPERA - Rising Moanga (2002) - 01 - Boto (Intro)
GLORY OPERA - Rising Moanga (2002) - 03 - One Step Behind
Glory Opera_Manhunt [ Equilibrium ]
Glory Opera - First Hunting
The First Hunting - Glory Opera
Helmut Quacken - Endless Sin (Glory Opera)
Helmut Quacken-Sunrise in Disgrace (GLORY OPERA)
Helmut Quacken - First Hunting (Glory Opera)

domingo, 24 de abril de 2011

Mystical Vision Metal manaus

                                                        
                                                         Mystical Vision´
Formada em meio a sombria e vasta floresta Amazônica no final da década do thrash metal mundial, a Mystical Vision em março de 1987 inicia sua história trazendo em sua formação inicial Marcelo Sanches (Baixo/vocal), Kiko (Bateria), Silas Alves (Guitarra) e Fábio Andrey (ex. Insanity/ The Mist - Guitarra e Vocal).
Com a saída de Fábio Andrey em 1989, Alexandre Rodrigues assume a guitarra juntamente com Silas Alves e a banda lança precariamente sua primeira demo tape em 1990 intitulada ``The Blind man´s buff´´.
Em 1991 com a saída de Alexandre Rodrigues, a banda ganha reforços com Fred Magno (Guitarra) e Eduardo Correa assumindo os vocais e estabilizando sua formação, é quando em 1992 a banda lança sua primeira demo oficial intitulada ``Take it easy´´.
No mesmo ano é convidada pela Whiplash records de Natal RN para lançar um EP com duas músicas o qual se chamaria ``Abolition of Reason´´, infelizmente com o falecimento de seu proprietário (Lusiano), agravadora fecha e o lançamento é suspenso.
Em 1994 Eduardo Correa deixa a banda e a mesma se estabiliza como quarteto, com Marcelo Sanches assumindo os vocais e baixo.
Em 1995 a banda é convidada pela Rock Shop de Fortaleza para participar do cd tributo a Dorsal Atlântica (Omnisciens), ao lado de outros grandes nomes do metal nacional, como: Avalon, Genocídio, Headhunter D.C., Insanity, Jack Daniels, entre outras.
A banda viaja para São Paulo onde Grava a faixa Tortura, no Mr.Som Studio, com a participação de Marcelo Pompeu /Korzus.
Durante sua estada em SP a banda grava faixas para sua próxima demo chamada ´´Chaosterror``, com a participação de Heros Trench, Marcelo Pompeu e Silvio Golfetti (Korzus).
Em 1999 a banda faz seu ultimo show no War zone club, (Hell Angels club Manaus), com a participação de Rodrigo Mosca (Jarakiller/Nekrost) na Guitarra ao lado de Silas Alves.
Durante esses onze anos de atividade a Mystical Vision tocou ao lado de grandes nomes Nacionais e internacionais, tais como Dorsal Atlântica, MX, assim como cotada para tocar junto a King Diamond  e Paul Di´anno.
Em 2011, após doze anos parada, a Mystical Vision inicia o ano com a produção de seu cd debut, intitulado´´Alchemy of Chaos``, trazendo um thrash metal poderoso e agressivo originário de suas raízes dos anos 80, assoim como características hardcore e Death metal, com as suas influências da década, como: Destruction, Slayer, Kreator, Sodom, Napalm Death, Extreme Noise Terror, MX,, Korzus, Attomica, Sarcófago, Onslaught, Venom, Sick of it all, DRI, Agnostic Front, Morbid Angel, Nuclear assault, Exodus entre outros. Em seu novo line up, traz uma nova formação junto ao baixista e membro fundador Marcelo Sanches, que divide os vocais com Kimo (Jarakiller, Scrum), ficando as Guitarras por conta de Carlos Mota (Jarakillers) e Evaldo Castro (Glaucoma) e a bateria sob o comando de Robson Mariano (Mortificy).

                                                                    Este vídeo foi produzido pela MTV local, programa Pocket Noticias, durante, fevereiro de 2011, com a banda Mystical Vision e seu novo album "Alchemy of Chaos".

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Immortal Choir METAL MANAUS


Immortal Choir é uma banda de Heavy Metal  de Manaus (AM). Rodrigo(G), Sandro(V), André(G) e Andreth (D) iniciaram a banda no início de 2000. . Uma banda de headbangers que sempre amaram o som que tocavam. Pouco tempo depois Eurico (B) e Alisson (K) entram na banda. Estava formado o Immortal Choir. E o Heavy Metal pra esses caras parece ser algo muito além de simples música...



Após uma audição de ensaio, a banda deixou de ser projeto, sendo chamada para tocar em um dos muitos festivais de rock que permeam o cenário alternativo/underground amazonense. Um show pra mais de 5000 pessoas, um ginásio lotado. A banda tinha repertório de covers e apenas uma composição própria. À época do show surgiu o inevitável debate de nomes para a banda. Immortal Choir parecia


adequado ao som que gostariam de fazer, com influencias do Heavy Metal épico, com seus corais e orquestrações. O resultado não poderia ser melhor: sua postura chamou a atenção de todos, algo como um retorno do Heavy Metal cada vez mais esquecido no cenário local.

Após mais alguns shows, a banda se consolidou pela sua postura e atitude, pelos covers bem escolhidos e bem executados, shows empolgantes e certeza de balançar a cabeça do início ao fim. Nesse ínterim, começaram a aparecer músicas próprias, idéias iniciais do que poderia vir a ser o primeiro cd de Heavy Metal “full lenght” gravado em Manaus. O projeto amadureceu com o convite da fundação Villa-Lobos (órgão da prefeitura de Manaus) para a participação no projeto Valores da Terra, a qual presentearia os artistas com um show de grande estrutura e a prensagem de um cd, além de algumas horas em estúdio.

Formação

Assim, no início de 2002, o Immortal Choir entra em estúdio para a gravação de seu primeiro cd. Devido a problemas burocráticos o cd demorou mais de 6 meses pra ser gravado/mixado/masterizado.

O álbum “Beyond the Great Vast Forest” foi gravado de forma independente. Há de se convir que a falta de um produtor no gênero, o problema da falta de apoio (a banda arcou com as despesas de gravação) e a ausência de uma estrutura de estúdio adequada ao som que levam, dificultou a realização deste trabalho, porém serviu como estímulo para que a banda produzisse seu próprio som, explorasse as diversas possibilidades de estúdio (que em Manaus são bem mais escassas do que no resto do Brasil) e mostrasse a qualidade e criatividade em suas músicas.

A mixagem do cd terminou no início de agosto,e já alguns dias após, os poucos bangers que tiveram acesso às músicas aprovaram o material.



Objetivos



Após o lançamento de seu primeiro álbum independente, o Immortal Choir busca ingressar no cast de uma gravadora ou selo que possa investir na divulgação de seu som no Brasil e no Mundo.


formação
Andre Mendonca: Guitarras e violões

Andreth Alfaia: Bateria

Eurico Santoro: Baixo

Alisson Oliveira: Teclados

Rodrigo Sampaio: Guitarras

Sandro Barros: Vocais

Band Contact:

Rua Major Gabriel, 1836 - Praça 14 de Janeiro, Manaus - AM - Brasil

CEP: 69020-060

Phone: +55 92 6376503

ImmortalChoir@bol.com.br www.immortalchoir.cjb.net


Filho do Max Cavalera , Igor Cavalera Junior tocando Troops Of Doom

Cavalera Conspiracy - Troops of Doom (Igor Jr. on drums) Graspop 2008

Os Cavalera Conspiracy actuaram no dia 26 de Junho, no Hovefestivalen na cidade de Arendal na Noruega. A banda tocou o clássico “Troops Of Doom” dos Sepultura mas com um convidado especial. Invés de ser Igor Cavalera na bateria, foi o filho de Max, Igor Cavalera Junior, a fazer o trabalho do ‘tio’. E ao que parece, não se saiu nada mal.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

BLACK METAL

                                              
                                                             BLACK  METAL

Primordios do black metal

A primeira geração do black metal refere-se às bandas dos anos 80 que influenciaram a sonoridade e formaram um protótipo para o gênero.

Venom em show ao vivo.
O termo "black metal" foi cunhado pela banda inglesa Venom cujo nome foi retirado de seu álbum Black Metal lançado em 1982. Apesar do álbum ser considerado thrash metal pelos padrões modernos, apresentava mais temas e imagens centradas no anticristianismo e no satanismo do que qualquer outro da época. Os membros do Venom costumavam adotar pseudônimos, uma prática que se tornou comum entre vários os músicos do black metal.

Outra banda pioneira do black metal foram os suecos do Bathory, liderada por Thomas Forsberg (sob o pseudônimo de Quorthon). A banda apresentou este estilo em seus primeiros quatro álbuns, porém no início da década de 1990 tornou-se pioneira do estilo que hoje é conhecido como viking metal.King Diamond e Sarcófago teriam sido os primeiros músicos da cena a utilizarem o "corpse paint".[1]

 

 

bandas nos anos 70 que fizeram referência ao lado obscuro da vida não são enquadradas neste estilo, porém influenciaram bandas precursoras do gênero. Alguns consideram que as bandas precursoras fizeram parte da primeira onda do black metal, sendo alguns dos álbuns mais significativos desta onda: Black Metal - Venom, The Return e Under the Sign of the Black Mark - Bathory, Melissa - Mercyful Fate, Apocalytic Raids - Hellhammer e Morbid Tales - Celtic Frost.

Diversas bandas desta mesma época como Slayer, Possessed e Destruction temas satânicos em suas letras, embora suas sonoridades fossem bem diferentes do black metal. Estas bandas ajudaram a forjar a base do que viria a ser o black metal moderno que passou a existir de forma mais sólida a partir da segunda geração do black metal.

 

Início dos anos 90 (segunda geração do black metal)


O estilo teve um grande crescimento no início dos anos 90 com a chamada "segunda onda de Black Metal". O ano de 1991 viu os lançamentos dos primeiros discos dessa leva: Worship Him do Samael; o EP Passage to Arcturo do Rotting Christ e Oath of the Black Blood do Beherit.

Foi depois desses lançamentos que bandas da Noruega como Burzum, Darkthrone, Emperor, Mayhem e Immortal contribuíram para tornar o black metal moderno conhecido por todo o mundo. Suas letras falavam de temas pagãos, satânicos, anticristãos e ocultos em geral. Além do aspecto musical, as bandas retomaram o uso das pinturas faciais que passaram a ser chamadas de pinturas de guerra ("warpaint") ou mais comumente "corpse paint". Alguns dos álbuns deste período foram:Fuck Me Jesus do Marduk, Det Som Engang Var e Filosofem do Burzum, A Blaze In The Northern Sky do Darkthrone, Pure Holocaust do Immortal, De Mysteriis Dom Sathanas do Mayhem e In The Nightside Eclipse do Emperor.

Na época de 1991 a 1994 ocorreram na Noruega fatos polêmicos ligados ao black metal como queima de igrejas, assassinatos e violações de túmulos, que indiretamente contribuíram para a divulgação do gênero pelo mundo. Nesta mesma época começam a ser criados inúmeros subgêneros do black metal.


 

 

Do final dos anos 90 até hoje (terceira geração do black metal)


 

 

black metal norueguês

As mais proeminentes figuras da original cena da Noruega foi Øystein Aarseth, mais conhecido como Euronymous, o guitarrista da banda Mayhem, e Varg Vikernes, único músico do Burzum, precursores da cena black metal na Noruega. A cena era profundamente anticristã, e procurava remover o cristianismo e outras religiões não-escandinavas da cultura norueguesa. A maior parte deste movimento foi dirigida pelo "Inner Circle", um grupo formado por Aarseth, Varg e alguns outros amigos próximos, cuja sede era o sótão da loja de discos de Aarseth, chamada de "Helvete" (ou Inferno). A loja incluía um estúdio de gravações, e foi aí que foram gravados os discos do Mayhem, alguns do Burzum e de outras bandas de black metal que assinaram com o selo de Aarseth, chamado Deathlike Silence Productions. Ele só assinava contratos com bandas que, segundo suas próprias palavras, "encarnavam o mal em seu estado mais puro".

Durante este tempo na Noruega diversas igrejas foram queimadas. O "Inner Circle" foi acusado e não reivindicava estes atos, reclamando que o seu objectivo era inspirar seus seguidores a perpetuar o orgulho escandinavo e não deixar que suas origens fossem esquecidas. A mais famosa das igrejas queimadas foi a de "Fantoft Stave", queimada por um membro do "Inner Circle" com ajuda de Varg Vikernes (também conhecido como Count Grishnackh) da banda Burzum. Os entusiastas do black metal também começaram a aterrorizar outras bandas de death metal que tocavam no país e nos países vizinhos.

A cena black metal ganhou uma grande repercussão na mídia quando o vocalista da banda Mayhem, Per Yngve Ohlin, que adotava o pseudônimo "Dead", cometeu suícidio em Abril de 1991 com um tiro de espingarda na cabeça, depois de ter cortado os pulsos e garganta. Devido o seu grande senso de humor mórbido, deixou escrito: "Desculpem pelo sangue". Seu corpo foi descoberto por Aarseth, que em vez de chamar a polícia, foi correndo para a loja mais próxima comprar uma câmera e tirou fotografias do cadáver. Uma dessas fotografias serviu de capa para o álbum Dawn of the black hearts, do Mayhem. Boatos dizem que Euronymous possuía fragmentos do crânio de Ohlin e que ingeriu pedaços de seu cérebro.

O "Inner Circle" foi mais exposto na mídia quando, em 1993, Vikernes assassinou Aarseth em sua casa, com 23 golpes de faca na cabeça e nas costas. Vikernes foi setenciado a 21 anos de prisão e desde então distanciou-se da cena black metal, escrevendo extensos artigos sobre a história do Burzum. Varg Virkenes, em seus artigos recentes, deixa claro que a música do Burzum não é mais black metal e não tem nenhuma ligação com o satanismo. Entretanto, a sonoridade do seu último álbum Belus é semelhante à dos anteriores, com excepção da parte vocal.

 

Características musicais

As canções de black metal costumam apresentar uma ou mais das seguintes características:

Utilização de tons menores visando à criação de atmosferas musicais sombrias, frias, obscuras e melancólicas.
Guitarras rápidas usando a técnica de palhetadas em tremolo.
Baixos com uso de pedal de distorção.
Letras de cunho anticristão ou ligadas ao Paganismo, Satanismo, Mitologia e Ocultismo em geral. Existem ainda bandas em que as letras são ligadas ao Niilismo, Anti-Humanismo, algumas até mesmo à Depressão, Suicídio ou doenças mentais. Vale notar que bandas como Deicide, Immolation e Slayer possuem algumas músicas com letras referentes a alguns desses temas, porém estas bandas são consideradas respectivamente bandas de Death Metal (Deicide e Immolation) e Thrash Metal (Slayer).
Bateria rápida e agressiva, geralmente usando a técnica de "blast beats". A bateria também pode assumir uma sonoridade mais seca e vagarosa de forma a criar diferentes atmosferas para a canção.
Os vocais geralmente são guturais e agudos, mas existem muitas bandas que utilizam estilos vocais bastante variados, ainda que sempre "rasgados".
Utilização ocasional de teclados, harpas, violinos, órgãos e coros são relativamente comuns, proporcionando à música uma sonoridade de orquestra. As bandas que se utilizam instrumentos "leves" são consideradas bandas de Symphonic Black Metal.
Produção musical limitada e gravação de álbuns com baixa fidelidade. Este expediente é utilizado intencionalmente como uma afirmação contra a canção "mainstream" ou para criar atmosferas diferentes na canção. Este efeito de "subprodução" é obtido cortando-se as freqüências mais altas e as mais baixas, deixando apenas as freqüências médias. Poucas bandas pioneiras do estilo ainda se utilizam de tal recurso, pois sua produção musical limitada era causada principalmente por seus baixos orçamentos.

 

 

Outras características

Uma característica notória do estilo é a utilização do "corpse paint", que é uma pintura facial (geralmente em preto e branco) que proporciona à pessoa uma aparência de cadáver em decomposição (corpse, em inglês). A banda Immortal referia-se à sua pintura como uma pintura de guerra com significado diverso do "corpse paint".
Utilização de pseudônimos satânicos/obscuros ou não. Os pseudônimos são herança das tribos guerreiras do passado, onde eram usados pseudônimos com o objetivo de amedrontar os integrantes das tribos inimigas. A utilização de pseudônimos no Black Metal foi iniciada pelo Venom, cuja formação original consistia de Cronos, Mantas e Abbadon. Outros exemplos são: Quorthon (Bathory), Nocturno Culto (Darkthrone), Ihsahn (Emperor), Abbath (Immortal), Euronymous (Mayhem), Shagrath (Dimmu Borgir).



Durante os últimos anos da década de 1990, o "black metal" ganhou maior notoriedade na mídia através de bandas como Dimmu Borgir e Cradle of Filth, que possuíam uma sonoridade já afastada dos padrões do black metal. Estas bandas logo começaram a ser consideradas black metal melódico ou symphonic black metal, pelo uso intensivo de teclados e elementos de música clássica.

Os EUA têm uma pequena quantidade de bandas de black metal. O movimento estadunidense de black metal é por vezes chamado de USBM. Esse movimento ainda não ganhou uma forma muito clara, mas os grupos mais conhecidos são Absu, Judas Iscariot e Averse Sefira, todos com fortes influências do estilo death metal.

Estas bandas fazem parte da chamada terceira onda de black metal, que contempla o black metal contemporâneo.
História e ideário